Nunca sei o que se passa, com as manias de um lugar
Pq sempre parto antes
Que comece a gostar
De ser igual, qualquer um
Me sentir mais uma peça no final (Pato FU)
Bem, é sempre assim... Quando estou gostando de um lugar, vou embora, ou parto por um tempo. A alguns lugares não volto mais, a outros eu volto mas tenho que começar tudo de novo. O que não é ruim, só engraçado, cada vez é uma estória, um grupo de amigos, uma época do ano diferente.
Então é isso, estou indo embora. Queria agradecer aos meus queridos amigos e familiares que fizeram toda a diferença nos dias de cão que passei por aqui. Praticamente só trabalhando e treinando (tentando) meio de mau-humor. Nestes dias, um papo de 5 minutos no msn, um scrap no orkut, um email, faziam toda a diferença no meu dia. Mas os dias de cão acabaram, o sistema foi lançado, a rede de dados funciona muito bem, super-veloz, primeiro lugar a ter esta tecnologia no mundo todo e eu fiquei muito contente de ter participado disto. Of course, não acabou, os serviços de voz tornar-se-ão comerciais apenas em janeiro, mas infelizmente ou felizmente ou não poderei voltar. Preciso terminar o mestrado, cuidar da vida e finalmente virar uma triatleta de verdade. Mas no fim, no fim, foi uma experiência válida, fiz um amigo maravilhoso, umas pedaladas muito legais, um dia desses eu corri 12Km (quem diria) num lugar muito bonito, passeei um pouquinho no começo e não comi muitos hamburgers... Como diz o Roberto Carlos, se chorei ou se sorrí, o importante é que emoções eu vivi!!! E agora pessoas muito queridas e coisas muito legais me esperam em casa!!
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Thursday, December 15, 2005
Esse daqui eu já queria ter escrito na semana passada.
No dia que eu voltei zureta da van. Sim, zureta e da van. Quando as operadoras de telefonia celular comprar uma rede, incluindo a otimização da mesma, existe uma série de indicadores de performance que o sistema deve atingir pra que a rede seja aceita. Antes quando existia apenas voz era tranquilo. Taxa de queda de chamadas, Taxa de COmpletamento de chamadas estas coisas. Agora, com as redes de dados as coisas se tornaram mais complicadas. Ainda mais com operadoras criativas. Neste caso, inventaram uma que é fogo. Basicamente, em qualquer teste saímos com um notebook e um telefone conectado ao mesmo, e um outro equipamento gravando todas as transaçOes, dirigindo pela cidade. Aí fazemos chamadas de voz e dados. As de dados consistem basicamente em down-load de arquivo de um servidor. E a nova métrica diz que se um arquivo de 5M não for baixado em 120seg conta como uma queda de chamadas, sendo que mais que 5 falhas em 4 horas de direção já são suficientes pra bagunçar tudo. Existe algumas coisas que fazemos pra otimizar a rede, e daí as equipes de teste normalmente vão na van e coletam os dados e nos trazem os dados. Mas não quando estamos com a corda no pescoço pra fazer esta métrica melequenta chegar nos 2%. Aí que o único modo de saber isso antes de processar os dados e salvar o dia, é ir na van contando, num contador contínuo, o momento que uma sessão termina e a outra começa, acompanhar o progresso da transferência e prestar muita atençao nas rotas, velocidade, etc. Deve dar entre umas 150 e 200 sessoes por dia. Geralmente é rápido, no melhor caso uns 40 segundos, nos piores uns 100, mas de vez em quando uma área ruim, ou melhor um sinal fechado numa área nao muito boa gera um stress e uma torcida pela taxa de dados, chega lá nos 100 seg, 60% do arquivo e a galera comoça a torcer, "vamú, vamú" como se fosse final de copa, rs. Foi assim que eu fiquei zureta por uns dias.
No dia que eu voltei zureta da van. Sim, zureta e da van. Quando as operadoras de telefonia celular comprar uma rede, incluindo a otimização da mesma, existe uma série de indicadores de performance que o sistema deve atingir pra que a rede seja aceita. Antes quando existia apenas voz era tranquilo. Taxa de queda de chamadas, Taxa de COmpletamento de chamadas estas coisas. Agora, com as redes de dados as coisas se tornaram mais complicadas. Ainda mais com operadoras criativas. Neste caso, inventaram uma que é fogo. Basicamente, em qualquer teste saímos com um notebook e um telefone conectado ao mesmo, e um outro equipamento gravando todas as transaçOes, dirigindo pela cidade. Aí fazemos chamadas de voz e dados. As de dados consistem basicamente em down-load de arquivo de um servidor. E a nova métrica diz que se um arquivo de 5M não for baixado em 120seg conta como uma queda de chamadas, sendo que mais que 5 falhas em 4 horas de direção já são suficientes pra bagunçar tudo. Existe algumas coisas que fazemos pra otimizar a rede, e daí as equipes de teste normalmente vão na van e coletam os dados e nos trazem os dados. Mas não quando estamos com a corda no pescoço pra fazer esta métrica melequenta chegar nos 2%. Aí que o único modo de saber isso antes de processar os dados e salvar o dia, é ir na van contando, num contador contínuo, o momento que uma sessão termina e a outra começa, acompanhar o progresso da transferência e prestar muita atençao nas rotas, velocidade, etc. Deve dar entre umas 150 e 200 sessoes por dia. Geralmente é rápido, no melhor caso uns 40 segundos, nos piores uns 100, mas de vez em quando uma área ruim, ou melhor um sinal fechado numa área nao muito boa gera um stress e uma torcida pela taxa de dados, chega lá nos 100 seg, 60% do arquivo e a galera comoça a torcer, "vamú, vamú" como se fosse final de copa, rs. Foi assim que eu fiquei zureta por uns dias.
Thursday, December 01, 2005
Um dia desses eu cheguei no trabalho meio puta. De manhã, já bem cedo. Sem motivo especial, só porque eu saí tarde no dia anterior e já estava chegando de novo e tinha que passar o dia todo numa sala sem janela, cheio de gente e micros, sendo que estive lá muitas horas nos dias anteriores, que entenda-se bem era um fim de semana. Aí, super-séria e envolvida no meu quase mau-humor eu sentei na minha pequena mesa, que fica de frente pra entrada, quando chegou o Gary. Um velhinho que ajuda a gente a coletar os dados. Sempre de boné, cabelo e bigode brancos, dentes meio bagunçados com um meio pra fora e sempre sorrindo com o olho meio fechadinho. Apesar da idade aparenta saúde é fortinho e tem tatoo da namorada no braço. Good Morning Marina, how are you today, thank you for the smile! Mais do que rápido eu respondi. You don’t need to thank me, Gary. You just got it because you smiled first! Thank you! Aí eu acordei de novo e comecei o dia novamente dali.
Sunday, November 27, 2005
HOje estou muito contente pois aprendi a tomar chá sem açucar ou sem adoçante melhor dizendo. Parece simples, mas antes não descia. Tinha que sem ser chá docinho. Hoje eu me libertei. Já estou no meu segundo chá sem adoçante. Eu prefiro o de camomila mas dizem que o chá verde é muito bom pra nós. Então comecei com o chá-verde durante o dia e agora antes de dormir um de camomila. Acho que camomila dá sono, né? Por isso vou dormir. Sei que este texto está um horror e que a qualidade não anda muito em alta por aqui. Isto é o que trabalhar demais faz com a gente, ou comigo. Acaba com a criatividade só espero que ela volte depois. Na verdade nem tenho pensado em muita coisa, ou refletindo como de costume. Quer dizer, penso em queda de chamadas, baixa taxa de dados estas coisas chatas. Tipo assim, psicóloga de sistema celular. O pior é q sistema celular exige muitas horas dos terapeutas, acha paciência. Aí não sobra muito o que escrever. Até lembrei daquela música da Adriana Calcanhoto, Esquadros, minha favorita no violão. Especialmente a segunda parte (da alegria e do cansaço): "Eu ando pelo mundo e meus amigos cadê? Minha alegria, meu cansaço. Meu Amooooooor, cadêeee você eu acordei não tem niguém ao lado. E daí volta para o refrão, Pela janela..........
Saturday, November 19, 2005
As coisas sempre acontecem quando a gente menos espera. Ouço isso a minha vida toda. Mas só agora descobri que não necessariamente concordo com este ditado. Acho que já pode ser considerado um ditado porque todo mundo usa.
Às vezes não esperamos nada e nada acontece por um bom tempo. Aí, se algo acontece e é bom usamos o ditado. Se é ruim esquecemos de usá-lo. Muitas, muitas coisas que esperamos também acontecem. Só que como as esperamos não podemos dizer que aconteceram quando não as esperávamos. Mas aconteceram. Bem se for coincidência ou o que Jung chama de Sincronicidade, daí podemos até não esperar, mas com certeza não acontecem por acaso. O que pode indicar que não esperávamos mas buscávamos, em qualquer nível de consciência.
Mas vou ser sincera e confessar o que eu realmente não gosto neste ditado. É que às vezes espero algo, ou quero que algo aconteça. E toda vez que ouço que as coisas acontecem quando a gente não espera, fica no ar a idéia de que só porque espero não vai acontecer. Quando na verdade eu quero que aconteça mesmo quando eu espero. E sinceramente, qual o problema nisso? Nem adianta falar em merecimento e estas coisas, porque pra mim todo mundo merece. Não somos todos filhos de Deus? Isso já é um nobre motivo para merecermos. Na verdade, penso que as coisas que queremos acontecem quando Deus e o Universo também querem que elas aconteçam para nós. Sendo que as coisas que não queremos ou não sabemos que queremos mas que Deus e o Universo querem, também acontecem pra nós. E no fim, depois de algum tempo percebemos que o que queríamos e não aconteceu não era verdadeiramente o que era melhor pra nós e vice-versa. No entanto, até lá, eu preferiria continuar a esperar coisas sem ter que ouvir que elas vão acontecer quando eu menos esperar. Se isso puder se reduzir a momentos instantaneos, por exemplo, acabei de acordar ou sair do trabalho e nao espero nada e bum, algo acontece, beleza. Mas se é válido para fases da vida onde queremos certas coisas mesmo que não pensemos nelas o tempo todo, daí eu não curto mesmo. Por isso, nos últimos tempos uma leve revolta interior se inicia quando eu ouço esta famosa frase e hoje não pude deixar escapar.
Às vezes não esperamos nada e nada acontece por um bom tempo. Aí, se algo acontece e é bom usamos o ditado. Se é ruim esquecemos de usá-lo. Muitas, muitas coisas que esperamos também acontecem. Só que como as esperamos não podemos dizer que aconteceram quando não as esperávamos. Mas aconteceram. Bem se for coincidência ou o que Jung chama de Sincronicidade, daí podemos até não esperar, mas com certeza não acontecem por acaso. O que pode indicar que não esperávamos mas buscávamos, em qualquer nível de consciência.
Mas vou ser sincera e confessar o que eu realmente não gosto neste ditado. É que às vezes espero algo, ou quero que algo aconteça. E toda vez que ouço que as coisas acontecem quando a gente não espera, fica no ar a idéia de que só porque espero não vai acontecer. Quando na verdade eu quero que aconteça mesmo quando eu espero. E sinceramente, qual o problema nisso? Nem adianta falar em merecimento e estas coisas, porque pra mim todo mundo merece. Não somos todos filhos de Deus? Isso já é um nobre motivo para merecermos. Na verdade, penso que as coisas que queremos acontecem quando Deus e o Universo também querem que elas aconteçam para nós. Sendo que as coisas que não queremos ou não sabemos que queremos mas que Deus e o Universo querem, também acontecem pra nós. E no fim, depois de algum tempo percebemos que o que queríamos e não aconteceu não era verdadeiramente o que era melhor pra nós e vice-versa. No entanto, até lá, eu preferiria continuar a esperar coisas sem ter que ouvir que elas vão acontecer quando eu menos esperar. Se isso puder se reduzir a momentos instantaneos, por exemplo, acabei de acordar ou sair do trabalho e nao espero nada e bum, algo acontece, beleza. Mas se é válido para fases da vida onde queremos certas coisas mesmo que não pensemos nelas o tempo todo, daí eu não curto mesmo. Por isso, nos últimos tempos uma leve revolta interior se inicia quando eu ouço esta famosa frase e hoje não pude deixar escapar.
Thursday, November 03, 2005
Ah tá, queria saber porque aqui neste país (EUA) não tem salgados. É, salgado mesmo, aqueles da hora do lanche: empanada, coxinha, risoles, salsicha, ovo empanado, estas coisas. Pão-de-queijo até tem em alguns lugares, aquelas franquias brasileiras. Uma fortuna por um paozinho de queijo. De resto não tem nada. Só doce, de tudo que é tipo, muffins, cookies, rolls (sabe daqueles de açucar com recheio de açucar?), cakes e muitos outros que eu nem sei o nome. Salgado é pizza, hamburger, cachorro-quente, nachos com chedar e pipoca com manteiga, ou manteiga com pipoca. Aí ou se come doce ou se faz uma refeiçao no meio do dia, enquanto dever-se-ia comer um salgado. Uma empanadinha integral, daquelas de brocolis com ricota... Sei lá como eles vivem sem estes itens essenciais.
Tuesday, October 18, 2005
Que mundo é esse? Cada coisa que acontece, né? Às vezes fico pensando pq as coisas são assim.. Como se estabeleceram, este modelo, esta selva-de-pedras mais selvagem que o mundo das selvas... E tudo que Deus disse (ou o que disseram que ele falou) foi, sejam felizes... E o que o homem faz, tudo, menos isso! Bagunça tudo, mistura as coisas, distorce, volta os olhos pros mesmos valores materiais. Por que temos que trabalhar tanto, para ter que trabalhar mais? Celular, email, MSN, pager... Que saco!!! Saudade do tempo que mal tinha telefone e que o correio era o principal órgao comunicador.... Imaginem no trabalho, uma dúvida, uma carta.. Senta lá, pezão pra cima da mesa (se bem q isso ainda faço hj) duas semanas depois chega a resposta...Putz, nao era o que eu queria, ou ainda tenho dúvida, mando outra carta, e assim vai.. hoje em dia esquece... Se nao te acham por email, tentam o msn, do telefone vao pro celular, ligam pra sua casa e muitas combinações possíveis... com todos estes recursos, é tudo pra ontem, produzimos muito, mas muito mais que antes, num tempo muito menor (com um stress muito maior é verdade)... Mas o que é triste de fato, é que deveríamos usar todas estas maravilhas da tecnologia, esta interconexão, privacidade zero, pra melhorar nossa qualidade de vida, trabalhar menos horas, passar mais tempo com as pessoas queridas, crescer em outros aspectos, conhecer-nos melhor, conhecer melhor o mundo em que vivemos, contribuir em algo... Mas não, não, quanto mais se produz mais se ganha e mais se quer, se trabalha mais pra ter que trabalhar mais e tudo bem, ter mais, mas e daí, quanto mais precisamos? E quanto mais podemos aguentar?
Wednesday, September 21, 2005
É muito fácil se acostumar com estas facilidades da tecnologia. As portas automáticas, por exemplo. Entra no hotel, uhhh a porta abre, sai, a porta se abre pra você, entra e sai do super a porta se abre sozinha, praticamente nem se percebe, parece que ela nem está lá... Logo depois fui numa outra lojinha e parei em frente a porta. Fiquei lá parada, viajando por uns 30 segundos até que percebi que ela não iria se abrir para mim... Ai que porta mais porta!
Sunday, September 18, 2005
Já chegamos em Phoenix. Falo no plural porque somos eu e a Clementina. Eu cheguei meio quebrada, mas espero que a Clê esteja inteirona. Amanhã vou levá-la na Clínica de Bicicletas. Chique, né? É assim que as bicicletarias (nao todas é verdade) são elegantemente chamadas por aqui. Pra ver se está tudo bem com ela e principalmente encher os pneus. No mais tudo bem, não está mais infernalmente quente. Deve estar uns 35 graus na hora mais quente do dia, um calor que temos no Brasil também. Do jeito que estava antes era muito, muito quente. Nunca fui no inferno, nem pretendo, mas a temperatura acho que já sei qual é. Algo assim como estar embaixo de um secador de mãos ecológico, daqueles bem quentes.
Bem, estou morrendo de sono, acho que vou dormir antes das 20h hoje, graças ao fuso. Mas antes vou tentar descobrir algo sobre a etapa de Santos do Troféu Brasil de triathlon, que foi hoje. Se eu não tivesse viajado, teria feito meu primeiro triathlon hoje. Uff, ainda bem que viajei... Brincadeira. A Mestra disse que o primeiro triathlon é pra chegar em último. Eu já estou pronta pra chegar em último... Contanto que eu chegue, estou feliz! Talvez até não fosse a última, última, mas a última da equipe com certeza eu seria. O que não seria de todo mal, pois teria um monte de gente esperando por mim na chegada e uma probabilidade maior de sair nas fotos. Um porque ficaria mais tempo na prova, dois porque algumas pessoas que chegassem antes poderiam pegar suas câmeras pra bater umas fotos de quem ainda não chegou. Eu! Eu sei que mudei completamente de assunto, mas estou com sono, né? Pelo menos não dormi ainda. E já que mencionei a Mestra, bem, parece que ela ganhou o Troféu Brasil de novo, VIVA!
Bem, estou morrendo de sono, acho que vou dormir antes das 20h hoje, graças ao fuso. Mas antes vou tentar descobrir algo sobre a etapa de Santos do Troféu Brasil de triathlon, que foi hoje. Se eu não tivesse viajado, teria feito meu primeiro triathlon hoje. Uff, ainda bem que viajei... Brincadeira. A Mestra disse que o primeiro triathlon é pra chegar em último. Eu já estou pronta pra chegar em último... Contanto que eu chegue, estou feliz! Talvez até não fosse a última, última, mas a última da equipe com certeza eu seria. O que não seria de todo mal, pois teria um monte de gente esperando por mim na chegada e uma probabilidade maior de sair nas fotos. Um porque ficaria mais tempo na prova, dois porque algumas pessoas que chegassem antes poderiam pegar suas câmeras pra bater umas fotos de quem ainda não chegou. Eu! Eu sei que mudei completamente de assunto, mas estou com sono, né? Pelo menos não dormi ainda. E já que mencionei a Mestra, bem, parece que ela ganhou o Troféu Brasil de novo, VIVA!
Sunday, September 04, 2005
O Causo da Volta
Eu nunca gostei muito de café. Quem me conhece sabe bem disso. Não é que eu odeie, até tomo o da vovó de vez em quando com muito leite e algum açucar. É verdade que geralmente eu vou quando me convidam pra um café, ou até às vezes eu que convido. É um lance meio cultural. Bebo outras coisas, porém. Algo muito famoso ons EUA é o tal do Starbucks café. Um lugar que eu entrei muito poucas vezes, experiência mínima, mas parece bom, sempre tem bastante gente. Quando estava voltando de Phoenix fiz conexão no aeroporto de Dallas. Cheguei no portão de embarque com um pouco de antecedencia e foi quando vi o Starbucks café a minha direita, com uma bonita e confortável sala com sofás, quadros, iluminação especial e um aviso dizendo, Wireless Internet. Bem, a idéia de sentar na salinha e entrar no messenger muito me agradou, já que era aproximadamente 8PM no Brasil e com certeza encontraria um amigo disposto a bater um papo. Foi aí que eu tive a idéia, vou tomar um café, ou algo muito próximo e usar a salinha (Internet). Olhei o menu várias vezes e escolhi o tal do Mocha, cuja descrição fala dos componentes e no fim diz ICY. Eu pensei que fosse gelado. O carinha pegou meu copo, escolhido por mim, escreveu meu nome e o nome da mocha ou do mocha e deu pra mocinha. Não demorou muito pra ficar pronto, mas o esquema era quente. Não é que eu seja chata, mas eu não ia curtir o quente, com certeza. Então eu falei, ai, eu não sabia que era quente, ali no menu dá a entender que é gelado... Será que não tem como fazer um gelado? Até me ofereci pra pagar mas acabei ganhando os 2. Foi aí que eu ganhei a primeira coisa grátis nos EUA, e logo do Starbucks. Quando eu cheguei na salinha com os 2 copos alguém logo já disse, uau você deve estar com sede. Daí expliquei o ocorrido e a inveja foi geral, “nunca ganhei nada, bla, bla, bla”.
Agora que vem a parte loira. O meu iced mocha, como é corretamente chamado, tinha um canudão verdão... Não exitei e peguei um outro canudo para colocar no quente. Acomodei-me na salinha e percebi que o buraco do copo quente era pequeninho. Sem problemas, pensei! Amassei um pouco o canudo e coloquei-o no copo, de modo que ficou muito, mais muito mais verde pra fora do que no copo gelado. Achei estranho... Olhei ao redor e aprendi que neste modelo de copo não se usa canudo, o que faz sentido pq o esquema é realmente quente e fica difícil de controlar a velocidade do líquido. Já no gelado, bem, se não tivesse canudo o gelo entupiria o buraco. Vivendo e aprendendo...
Nestas alturas meu computador já tinha ligado e descobri que tinha que pagar pra acessar a rede wireless. Já não tinha mais um exemplar de dólar na bolsa e usar cartão nem pensar. Mas que chato ficar no computador sem internet. Olhei umas fotos e resolvi escrever isso. Se soubesse antes que tinha que pagar nem teria provado a/o mocha, esse texto nem existiria e eu teria dormido muito mais cedo no vôo. Quando acabei, nao tinha mais nada pra fazer, desliguei o micro e fui atrás de um livro. Ahhhh... No fim, o mocha gelado até é bom mas numa próxima vez, se a internet for de graça ou se estiver muito bem acompanhada, colocarei um pouco de açucar. Do quente não vou nem falar.
Agora que vem a parte loira. O meu iced mocha, como é corretamente chamado, tinha um canudão verdão... Não exitei e peguei um outro canudo para colocar no quente. Acomodei-me na salinha e percebi que o buraco do copo quente era pequeninho. Sem problemas, pensei! Amassei um pouco o canudo e coloquei-o no copo, de modo que ficou muito, mais muito mais verde pra fora do que no copo gelado. Achei estranho... Olhei ao redor e aprendi que neste modelo de copo não se usa canudo, o que faz sentido pq o esquema é realmente quente e fica difícil de controlar a velocidade do líquido. Já no gelado, bem, se não tivesse canudo o gelo entupiria o buraco. Vivendo e aprendendo...
Nestas alturas meu computador já tinha ligado e descobri que tinha que pagar pra acessar a rede wireless. Já não tinha mais um exemplar de dólar na bolsa e usar cartão nem pensar. Mas que chato ficar no computador sem internet. Olhei umas fotos e resolvi escrever isso. Se soubesse antes que tinha que pagar nem teria provado a/o mocha, esse texto nem existiria e eu teria dormido muito mais cedo no vôo. Quando acabei, nao tinha mais nada pra fazer, desliguei o micro e fui atrás de um livro. Ahhhh... No fim, o mocha gelado até é bom mas numa próxima vez, se a internet for de graça ou se estiver muito bem acompanhada, colocarei um pouco de açucar. Do quente não vou nem falar.
Friday, September 02, 2005
Louco
Estava eu correndo na esteira da academia um dia dessa semana à noite, enquanto uma TV mostrava o estrago do Katrina e a outra o Just for Laught do Multishow (uns esquemas engraçados pra caramba). Literalmente eu não sabia se ria ou se chorava! Quando eu ria eu olhava pra TV do lado e me sentia culpada. Quando eu começava a ficar triste eu mudava de TV e começava a rir. Uma combinação um tanto intrigante, não é bem assim que funcionam os pensamentos?
Saturday, August 27, 2005
Dueling Piano Bar
Então eu fui nesse tal de "Dueling Piano Bar" aqui em Phoenix.
E foi divertido pra caramba. Basicamente tem um palco com um pianão, que na verdade são dois pianos, um de frente para o outro. E duas pessoas tocam, uma em cada lado.
Atrás, tem 1 bateria e 1 contra-baixo. A coisa vai mais ou menos de modo que cada um toca uma música, às vezes o outro ajuda o um e vice-versa. O público pode pedir músicas, basta colocar um papel com o nome da música e alguns trocados em cima do piano. Geralmente eles tocam os pedidos.. Aí, de repente eles começam a duelar um com o outro. Assim, um diz que vai tocar Bon Jovi e o outro Country, que foi o exemplo que eu presenciei. Daí eles contam o tutu, tenho 5 dólares pro Bon Jovi, tenho 7 para o Country. Isso vai por um tempinho e sempre quem está na frente vai fazendo uma palhinha. Então as pessoas se excitam e começam a dar dinheiro pra opção que mais gostam, como se fosse um leilão. Até que uma hora, antes que fique chato eles param o duelo. No fim o Bon Jovi ganhou com 22 dólares. Nada mal, héin? Bem, na verdade, na noite que eu fui tinha 2 duplas de pianistas que às vezes viravam bateiristas ou baixistas. Os 4 fizeram uma versão muito legal da música "November Rain" do Guns. E eu nem curtia o Bon Jovi e fui procurar esta música que eles tocaram. Bem, no fim, sai surpresa com a diversão que o lugar proporciona.
E foi divertido pra caramba. Basicamente tem um palco com um pianão, que na verdade são dois pianos, um de frente para o outro. E duas pessoas tocam, uma em cada lado.
Atrás, tem 1 bateria e 1 contra-baixo. A coisa vai mais ou menos de modo que cada um toca uma música, às vezes o outro ajuda o um e vice-versa. O público pode pedir músicas, basta colocar um papel com o nome da música e alguns trocados em cima do piano. Geralmente eles tocam os pedidos.. Aí, de repente eles começam a duelar um com o outro. Assim, um diz que vai tocar Bon Jovi e o outro Country, que foi o exemplo que eu presenciei. Daí eles contam o tutu, tenho 5 dólares pro Bon Jovi, tenho 7 para o Country. Isso vai por um tempinho e sempre quem está na frente vai fazendo uma palhinha. Então as pessoas se excitam e começam a dar dinheiro pra opção que mais gostam, como se fosse um leilão. Até que uma hora, antes que fique chato eles param o duelo. No fim o Bon Jovi ganhou com 22 dólares. Nada mal, héin? Bem, na verdade, na noite que eu fui tinha 2 duplas de pianistas que às vezes viravam bateiristas ou baixistas. Os 4 fizeram uma versão muito legal da música "November Rain" do Guns. E eu nem curtia o Bon Jovi e fui procurar esta música que eles tocaram. Bem, no fim, sai surpresa com a diversão que o lugar proporciona.
Thursday, August 25, 2005
O País dos Macacos

O jornal local aqui do Arizona acabou de mostrar uma notinha sobre um macaquinho encontrado na rua no Rio de Janeiro. Disse que ele se perdeu da mãe ou algo assim.
Pra mostrar como cada um vê o que quer e a mídia não é diferente..
O caso do Gato, mascote do mercado público de Florianópolis, passou despercebido. O mercado público, aquele prédio amarelo, charmoso com arquitetura açoriana construído há muito tempo atrás, pegou fogo na semana passada. Uma parte dele, é verdade, mas foi uma tragédia. Alguns dias depois, encontraram o Gato, o mascote, conhecido e criado pelos logistas locais. Ele estava vivo dentro de um refrigerador, apenas com o rabo chamuscado. Um caso muito mais interessante e cultural do que o do macaquinho perdido. Mas o Gato não mereceria tal espaço na mídia internacional, óbvio, afinal, o Brasil não é o país dos gatos mas sim dos macacos...
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